Manifesto ao torcedor brasileiro

O Futebol Brasileiro agoniza.
Cada um dos 7 gols da Alemanha foi construído ao longo de décadas de atraso. Sete vezes em que um país inteiro, talvez pela primeira vez e da maneira mais sofrida, deu-se conta de como a entidade máxima do nosso Futebol nos abandonou.

Diante disso, convocamos os apaixonados pelo esporte a se juntarem a nós pela imediata garantia de protagonismo dos Clubes nas decisões tomadas.

Com isso, dizemos:

• Chega de Federações Estaduais anacrônicas, muito bem servidas financeiramente e pessimamente preparadas tecnicamente.

• Chega da Confederação envolvida em escândalos, com um ex-presidente preso e outro afastado, com o atual demonstrando ser, na realidade, um completo neófito no assunto Futebol.

A função dessas entidades é apoiar os atores principais: os Clubes e seus atletas. De maneira alguma devem se sobrepor aos mesmos.

Exigimos que os Clubes possam decidir seu futuro junto apenas de quem lhes interessa: seus torcedores. Vamos juntos!

Todo protagonismo aos Clubes,
Movimento Futebol Limpo

 

Twitter: @futebol_limpo
Facebook: /FutebolLimpo2016
Email: futebol.limpo2016@gmail.com

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21 comentários

  1. Gustavo · março 1, 2016

    Vamos deixar a cbf e as federações estaduais a ver navios e deixá-las à míngua.

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  2. Edgardo · março 1, 2016

    Vamos juntos!!!!!

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  3. Campos · março 1, 2016

    Tem todo o meu apoio. Já era tempo de alguém ter esta ideia, para pressionar a CBF e faze-la entender que o futebol foi feito para os times e torcedores.

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  4. andre pacheco · março 1, 2016

    prezados não sei se é possível mas poderia ser feito também o seguinte listar todos os patrocinadores da CBF e FERJ para que façamos um boicote contra quem financia a bandalheira.

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  5. Norton · março 1, 2016

    Somente um torcedor alienado, compactuante ou desprovido de inteligência, para não lutar contra essa quadrilha que a muitos anos assalta o nosso querido Futebol BRASILEIRO. Passou da hora de lutarmos contra esses ladrões e corruptos, inclusive dentro dos clubes, que estão acabando com o que resta do nosso verdadeiro Futebol.
    BASTA!! LUTEMOS SEM DESCANSO!!

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    • Siomar · março 1, 2016

      Legal cita o combate aos ladrões de dentro dos clubes também.
      Mas e os jogadores que fazem mil coisas para sonegar impostos, acho que um futebol limpo também passa por eles.

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  6. Rodrigo M. · março 1, 2016

    Concordo. Boicote as empresas que patrocinam essas mazelas.

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  7. andreia · março 1, 2016

    Vamos acabar com parasitas CPF e federações principalmente FERJ que esta só serve pra encherem o bolsos de dinheiro e prejudicar os clubes

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  8. Vicente Alves · março 1, 2016

    Saudações. Pauta de Reinvindicações, sugerida por este torcedor. 1. Alteração do estatuto das Confederações e Federações Esportivas para , desde já, permitir a facilitação de livre criação de chapas para a concorrência a presidência por eleições periódicas, permitindo e aumentando o poder de votos para atletas, e clubes da série A, B, C, D . 2. Canal de diálogo das Confederações e Federações Esportivas com atletas, torcedores, imprensa, outros 3. Eleições periódicas com salutar renovação nas federações esportivas, com facilitação e democracia na criação de chapas eletivas.4. Calendário de jogos o ano inteiro para clubes médios e menores dos estados.5. Critérios de Licitações públicas e transparência de contratos entre clubes e empresas de mídia , evitando o monopólio de uma rede de televisão em contratos com a maioria dos clubes, atraindo a mídia nacional e internacional e patrocinadores, para investir, em campeonatos e ligas esportivas. 6. Critérios públicos, pelas Confederações e Federações, de combate a eventuais corrupções e desvios de valores recebidos ilegalmente por dirigentes pelos campeonatos estaduais, brasileiros e jogos da seleção . 7. Apoio, pelas Confederações e Federações, da criação das ligas independentes de clubes, COM PROTEÇÃO A DIVULGAÇÃO DE “NAMING RIGHTS” DE LIGAS , BEM COMO DE ARENAS , ESTÁDIOS, CENTROS DE TREINAMENTO OU ASSEMELHADOS, INDUZINDO INVESTIMENTO PRIVADO NACIONAL E INTERNACIONAL NA GESTÃO DESTES ATIVOS, alterando-se o artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/86, facultando a liga independente, se criada, a transmissão em mídia, de jogos e eventos esportivos, mediante compensação ou indenização a clubes ou empresas de mídia detentoras de contratos de direitos de mídia dos clubes 8. Debate sobre a remoção do limite estatal de cinco anos, referido no artigo 29 caput e 30 da Lei Pele, 9.615/98 – primeiro contrato especial de trabalho desportivo – podendo prevalecer o já previsto no artigo 428, DA CLT, contrato de aprendizagem, 14 a 24 anos, limite de dois anos, dinamizado e liberalizando o prazo do contrato, a ser livremente negociado entre clubes e atletas , possibilitando a formação de mais atletas. Alteração na Lei da Bolsa Atleta, prevendo convênio com instituições de ensino, remunerando técnicos e profissionais correlatos, incentivando a criação de Centros de Treinamento, nas instalações do instituto de ensino. 9. Mais democracia nas séries A, B, C , D, do brasileirão, prevendo ascensão e descensão, aos cinco primeiros e últimos de cada série do campeonato , permitindo a regionalização das séries C e D, aumentando interesses do torcedor e diminuindo custos, inclusive aumentando o valor econômico das séries B, C, D, aumentando patrocinadores e interesse de investimento da mídia nacional e internacional 10. Criação das loterias esportivas digitais. 11. Eleição de treinador da seleção e não apenas nomeação. 12. Gestão digital dos campeonatos, facilitando o acesso popular , pela internet , ao torcedores, dos jogos dos clubes. 13. Criação de uma Agência Nacional do Esporte , fiscalizadora de licitações, contratos negócios, gestões de clubes, federações e confederações esportivas, evitando desvios de conduta e monopólios .

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  9. Vicente Alves · março 1, 2016

    Saudações. O acesso popular , pela Internet , a jogos de campeonatos , deve ter o custo reduzido e acessível ao torcedor, na medida em que a disponibilidade de Internet torna-se cada vez mais pública e acessível a todos. O acesso popular aos jogos do clube poderão gerar um ativo comercial fundamental : a fidelização ao clube, a liga, e a patrocinadores, com possibilidade de vendas online atingirem milhões de dólares em uma única partida esportiva.

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  10. Vicente Alves · março 1, 2016

    Saudações. A maior INTERATIVIDADE E ITERATIVIDADE, como importante fator de receitas para os clubes. A criação das loterias digitais , desde que respaldadas pela ajuda eletrônica a arbitragem, e conselho eficiente de árbitros, poderão ser importantíssima e instantânea fonte de renda aos clubes e ligas independentes. Há sempre os que apostam nos times azaroes em uma partida, equilibrando orçamentos de grandes e médios clubes.

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  11. Vicente Alves · março 1, 2016

    Saudações. A ITERATIVIDADE e INTERATIVIDADE, são características possíveis em sistemas digitais, e, praticamente obrigatórias na mídia digital, pois são oportunidade de canais para geração de renda ao entretenimento. A possibilidade das loterias digitais, aplicadas a mídia digital esportiva podem ser uma fonte comum de renda aos eventos, de abrangência planetária. Por que não um chinês , lá na China, apostar em um resultado de um jogo aqui no Brasil, por exemplo, Joinville X Corinthians ? Quanto renderia a aposta ais clubes ? E se for possível em outras modalidades, como, por exemplo, FUTSAL ?

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  12. Vicente Alves · março 1, 2016

    Saudações. Os canais para investimento privado do esporte brasileiro devem ser viabilizados sem ruídos políticos. 1. Proteção a divulgação de mídia do principal patrocinador da arena esportiva, estádio, centro de treinamento, “naming rights”, positivando em legislação própria (alteração da Lei Pelé), 9.615/98. 2. Proteção a divulgação de mídia do principal patrocinador da liga esportiva, atraindo o capital de investimento privado nacional e internacional para os eventos esportivos do país. 3. No que tange a bancos públicos, seria interessante uma política para a operação de loterias virtuais, disponível ao apostador em todo o planeta, alavancando capital internacional em investimento nos eventos esportivos.

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  13. Marisa Santos · março 1, 2016

    Finalmente uma ação dos torcedores. Vamos mudar o futebol do Brasil.

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  14. Flavio Ferrari · março 1, 2016

    A primeira medida é deixar de comprar carros da chevrolet, e valorizar as marcas que investem nos clubes.

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  15. Vicente Alves · março 2, 2016

    Saudações. Defectiva e elitista a proposta inicial da Primeira Liga para mudanças na CBF, conforme publicada na coluna de Juca Kfouri. É preciso melhorar, e muito ! Justamente as Séries C e D são as mais propensas e fáceis a criação de ligas esportivas regionais, pois carentes de apoio da mídia e imprensa esportiva. Os clubes destas séries representam milhões de brasileiros com amplo potencial de consumo de marcas e patrocínios. Por isso a urgente reforma no artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98, onde prevê o direito de arena aos atletas e clubes, ignorando os gestores de estádios, arenas, centros de treinamentos e assemelhados. A proteção de divulgação do “naming right” do principal patrocinador da liga esportiva independente, obrigando a divulgações na mídia esportiva, inclusive Rede Globo é urgente ! A mesma tutela deveria ser dirigida aos “naming rights” para os gestores de estádios, arenas, centros de treinamentos e assemelhados.

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  16. Vicente Alves · março 3, 2016

    Saudações. A questão dos “naming rights” e o imperialismo do artigo 42 da Lei Pele, 9.615/98. A união de clubes em torno da criação de ligas independentes das séries A, B, C, D, de futebol masculino, futebol feminino, outras modalidades, poderiam ensejar a força e direcionamento político para as urgentes reformas no artigo 42 da Lei Pele, 9.615/98. A tutela e proteção dos direitos de “naming rights” de arenas, estádios, centros de treinamento e assemelhados, “naming rights” de ligas esportivas, e “naming rights” de segundo nome de clube , são demandas urgentes e necessárias. O segundo nome de clube como “naming right” de clube esportivo, poderia ratificar o caráter territorial e regional de um clube, personificando a entidade, inclusive com hino próprio. O direcionamento ao investimento privado nacional e internacional ao esporte, por “naming rights” converge a força econômica e política dos clubes e gestores esportivos.

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  17. Vicente Alves · março 4, 2016

    Saudações. No objetivo somar ao debate, convida-se a reflexão mais abrangente do que faz uma gestão competente de liga esportiva. Quem paga mais , atualmente, evidentemente importante, não exaure o tema. A questão seria quem pagará mais, e por que perspectiva ? Os direitos de mídia digital cedidos a indústria de videogame, em ativo financeiro digital, embora de vultuosos valores, é apenas uma pequena amostra do enorme potencial dos ativos digitais. E questiona-se : por que não há cessão de direitos de videogames, comparável à Champions League, para uma liga brasileira de clubes ou sulamericana ? Pela simples ignorância ao potencial de ativos digitais gerados por este cenário, ainda inviabilizados pela interferência política nos negócios do esporte. Não por coincidência, os três principais jogadores do Barça serem sulamericanos, e pagamos por direitos da Champions League.

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  18. Vicente Alves · março 6, 2016

    Saudações. Estratégias de Big Data e formação de ativos de mídia digital camisa 12. Está evidente o atraso na administração e legislação desportiva. Um dos exemplos está o artigo 42 da Lei Pele, ignorando os legítimos direitos de naming rights dos estádios , arenas , Centros de Treinamentos e assemelhados, do segundo nome de clubes e das próprias ligas esportivas. Poderia haver a obrigação em divulgação dos naming rights durante a transmissão dos eventos esportivos (jogos, partidas), inclusive pelas redes de mídia (rede Globo). Estes naming rights poderiam canalizar mais patrocínios aos clubes , canalizando plataformas de relacionamentos e formação de ativos de mídia digital. Já existe mapeamento de torcedores de diversos clubes , por meio dos seus cadastros em cartões de crédito , bancos, operadoras de celular, até receita federal. Já existe aplicativos de celular que mapeiam por onde trafegam cotidianamente seus usuários . O que fazem. O cruzamento de dados de operadoras telefônicas, por deslocamento de pessoas , e de bancos com operações bancárias (cartões de crédito e outros) , por algoritmos apropriados, poderão gerar importante matéria – prima para a formação de ativos de mídia digital. Na posse destas informações, os clubes poderão formatar e quantificar oportunidades de venda de produtos, de acordo com o mapeamento do cotidiano dos seus prováveis torcedores e simpatizantes. Tornados ativos digitais, uma espécie de avatar comercial dos clubes e atletas, os clubes poderão influenciar hábitos de consumo dos torcedores, vendendo parcerias. É EVIDENTE QUE O PRINCIPAL PRODUTO É O ESPETÁCULO ESPORTIVO (JOGOS, PARTIDAS), QUE , COM O ATRASO DA LEGISLAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DESPORTIVA, ESTÁ SENDO PREJUDICADO. Uma eficiente gestão de Big Data, com dados cruzados dos Bancos e de Operadoras Telefônicas, outros, poderão gerar ativos digitais.

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  19. Vicente Alves · março 13, 2016

    Saudações. A idéia do incentivo à criação de ativos em mídia digital para o futebol brasileiro procede. Deveria ser extensiva à criação de loterias digitais, agora que o auxílio eletrônico a arbitragem já é realidade. A questão da proteção e divulgação dos naming rights, demanda a reforma no artigo 42 da Lei Pelé, 9.615 / 98, obrigando a divulgação do patrocinador, na narração dos jogos, pelas redes de midia , inclusive pela Rede Globo, dos naming rights das arenas, estádios, centros de treinamento e assemelhados, das ligas esportivas, do segundo nome dos clubes. Este último, como exemplo, o Red Bull poderia ser o segundo nome de um clube , com o primeiro nome vinculando a cidade ou local onde o clube treina e joga, acentuando o caráter de territorialidade, vinculando torcedores e consumidores.

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    • Vicente Alves · março 15, 2016

      Saudações. Atualização em Março de 2016, da Pauta de Reinvindicações, sugerida por este torcedor. 1. Alteração do estatuto das Confederações e Federações Esportivas para , desde já, permitir a facilitação de livre criação de chapas para a concorrência a presidência por eleições periódicas, permitindo e aumentando o poder de votos para atletas, e clubes da série A, B, C, D . 2. Mais democracia nas séries A, B, C , D, do brasileirão, prevendo ascensão e descensão, até aos cinco primeiros e últimos de cada série , aumentando o valor econômico das séries B, C, D, induzindo mais patrocínios e  interesses da mídia nacional e internacional 3. Calendário de jogos o ano inteiro para clubes médios e menores, com campeonatos regionais de séries C e D do brasileiro, evitando altos custos, aumentando o interesse regional pelos campeonatos, viabilizando mais patrocínios.  Cada série C e D,  poderia ter,  pelo menos , três  campeonatos regionais. 4. Criação de Taças ou Copas , Estaduais ou Regionais,  com duração aproximada de um mês,  no início do ano,  em substituição aos campeonatos estaduais,  com critérios de classificação pelo desempenho das Séries A, B, C, D do Brasileirão.  5. Critérios de Licitações e contratações públicas, e transparência de contratos entre clubes e empresas de mídia , evitando o monopólio de uma rede de televisão e mídia,  em contratos com a maioria dos clubes, atraindo a mídia nacional e internacional e patrocinadores, para investir, em campeonatos , taças e ligas esportivas. 6. Criação de um comitê de ética da modalidade, pelas Confederações e Federações, com critérios de combate a eventuais corrupções e desvios de valores recebidos ilegalmente por dirigentes pelos campeonatos brasileiros, estaduais, taças, torneios,  e jogos da seleção, com canal de diálogo das Confederações e Federações Esportivas com atletas, torcedores, imprensa, outros. 7. Apoio, pelas Confederações e Federações, da criação das ligas independentes de clubes, COM PROTEÇÃO A DIVULGAÇÃO DE “NAMING RIGHTS” DE SEGUNDO NOME DE CLUBES, NOME DE LIGAS ESPORTIVAS,  BEM COMO DE ARENAS , ESTÁDIOS, CENTROS DE TREINAMENTO OU ASSEMELHADOS, OBRIGANDO A DIVULGAÇÃO DO NOME DO PATROCINADOR DETENTOR DE “NAMING RIGHTS” EM NARRAÇÃO DE PARTIDAS OU EVENTOS ESPORTIVOS,  INDUZINDO INVESTIMENTO PRIVADO NACIONAL E INTERNACIONAL NA GESTÃO DESTES ATIVOS, alterando-se o artigo 42 da Lei Pelé, 9.615/98. 8. Debate entre clubes,  atletas, e outros envolvidos,  sobre a remoção do limite estatal de cinco anos, referido no artigo 29 caput e 30 da Lei Pele, 9.615/98 – primeiro contrato especial de trabalho desportivo – podendo prevalecer o já previsto no artigo 428, DA CLT, contrato de aprendizagem, 14 a 24 anos, limite de dois anos, dinamizado e liberalizando o prazo do contrato, a ser livremente negociado entre clubes e atletas , possibilitando a formação de mais e melhores atletas. 9. Alteração na Lei 10.891/2004, da Bolsa Atleta, prevendo convênio com faculdades e outras instituições de ensino, remunerando técnicos e profissionais correlatos, incentivando a criação de Centros de Treinamento, nas respectivas instalações.  10. Criação das loterias esportivas digitais, como importante fator de fomento às modalidades,  incentivando a criação de ativos digitais aos clubes, bem como plataformas digitais de relacionamentos.  11. Eleição de treinador da seleção e não apenas nomeação. 12. Gestão digital dos campeonatos, facilitando o acesso popular , pela internet , ao torcedores, dos jogos dos clubes, induzindo a criação de ativos digitais e plataformas de relacionamentos dos clubes. 13. Criação de uma Agência Nacional do Esporte , fiscalizadora de licitações, contratos negócios, gestões de clubes, federações e confederações esportivas, evitando desvios de conduta e monopólios .

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